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Monday, March 10, 2008

A Bailarina cresce, e com ela cresce a mulher


A tensão surge quando, da sua letargia, emerge um encontro com alguém por quem ela se apaixona. É aí que ela se pergunta se é uma bailarina, se é uma mulher. Se vale a pena renunciar ao ser mulher para ser uma bailarina. A reposta vem através de um belíssimo poema de Nuno Júdice. Um amor tão forte, semelhante ao de Pedro e Inês, não pode ser ignorado. É aí que ela decide tirar as sapatilhas de ponta e começar a viver. Vivem dias de felicidade, sob o auspício de Eugénio de Andrade.

1 comment:

Ana P said...

A tensão marca a evolução da essência do ser humano. Vamos a isso...Sintam-no no palco.