| Tu ainda a podes abraçar. Eu já não poderei ver a minha. |
O Clube de Teatro Tapete Mágico foi criado na Escola Secundária Pinheiro e Rosa no ano lectivo 1995/1996. Nasceu da vontade de 20 alunos e de uma professora que decidiu partilhar o seu saber. O tapete sempre foi uma metáfora de evasão e de viagem para outros mundos, para outras personagens, para outras dimensões. Este espaço é dedicado a todos os que já experimentaram e os que ainda continuam a experimentar as emoções causadas pelas viagens possibilitadas pela magia do teatro.
Monday, April 13, 2015
Os estropiados
Por que é que não me deixaram no meio do campo? Fiquei um inútil!
As canções para matar a saudade
| Milho verde, milho verde, ai milho verde, milho verde, ai milho verde, maçaroca! |
| À sombra do milho verde, ai namorei uma cachopa! |
| Milho verde milho verde, ai milho verde, milho verde, ai milho verde miudinho! |
| à sombra do milho verde, ai à sombra do milho verde, ai namorei um rapazinho! |
| Mondadeiras do meu milho, ai mondai o meu milho bem! |
| Não olheis para o caminho, ai que a merenda já lá vem... |
Sunday, April 12, 2015
A alegria de receber uma carta de amor
O amor à distância através das cartas
A despedida
A noite de casamento
Antes de embacrar há uma noite. Uma primeira noite que é também uma noite de despedida. "Até ao meu regresso".
O casamento
Os rapazes casam com as suas noivas antes de embarcarem para a guerra. Na festa dança-se uma valsa triste. No final as mães depositam nas mãos dos rapazes a farda que terão de vestir.
Os pedidos de casamento
Tuesday, February 17, 2015
A cidade e os diferentes
Há uma música que acompanha o ritmo da cidade. De repente a
música pára e toda a gente da cidade fica estática e na obscuridade. No centro
fica um casal com um foco de luz diferente. Ele é um rapaz normal, ela anda de
cadeira de rodas. Aproximam-se lentamente e sorriem. De repente ele rodopia com ela na cadeira de rodas e riem
alegremente. Os outros vão deixando o seu ser estático e vão voltando à sua
rotina. Dão-se conta do casal de diferentes e comentam em pequenos grupos,
olhando com desdém. Apontam. Mas começam a entrar mais casais de diferentes. A cidade volta ao normal.
Monday, February 09, 2015
Monday, December 01, 2014
O meu soldadinho - Parte 1
A cidade acorda preguiçosa e lenta. todos se espreguiçam e preparam para sair de casa. Depois de se arranjarem ao espelho saem para a cidade.
Dia agitado na cidade. Há pessoas apressadas a andar de um lado
para o outro. Todas as personagens saem. Há uma música que acompanha o
ritmo da cidade. De repente a música pára e toda a gente da cidade fica
estática e na obscuridade. No centro fica um casal com um foco de luz
diferente. Ele é um rapaz normal, ela anda de cadeira de rodas. Aproximam-se
lentamente.
De repente ele rodopia com ela na cadeira de rodas e riem alegremente. Os
outros vão deixando o seu ser estático e vão voltando à sua rotina. Dão-se
conta do casal de diferentes e comentam em pequenos grupos, olhando com desdém.
Apontam.
De repente entram mais casais de diferentes. Os dedos
apontados vão caindo e a rotina com todos volta a estabelecer-se.
Sunday, October 05, 2014
Trabalhar a inclusão
Talvez seja este ano que a generosidade dos nossos actores permita trabalhar a integração com os mais frágeis. Tarefa difícil mas extremamente gratificante.
Thursday, October 02, 2014
Estamos de volta!
É verdade! De volta ao trabalho, este ano recebemos uma proposta aliciante, quase irrecusável. A proposta... será anunciada na próxima sessão: 3ª feira às 14h30 no Auditório.O que precisam de saber? Vamos trabalhar em chão de madeira e é bom trabalhar descalço! Até 3ª!
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