Todos os anos a azáfama se repete.
Todos os anos a esperança se renova.
Todos os anos o espelho reflete a esperança no olhar e a luminosidade de um novo ser.
Todos os anos em Setembro o Clube de Teatro volta a ser um Tapete Mágico!
O Clube de Teatro Tapete Mágico foi criado na Escola Secundária Pinheiro e Rosa no ano lectivo 1995/1996. Nasceu da vontade de 20 alunos e de uma professora que decidiu partilhar o seu saber. O tapete sempre foi uma metáfora de evasão e de viagem para outros mundos, para outras personagens, para outras dimensões. Este espaço é dedicado a todos os que já experimentaram e os que ainda continuam a experimentar as emoções causadas pelas viagens possibilitadas pela magia do teatro.
Todos os anos a azáfama se repete.
Todos os anos a esperança se renova.
Todos os anos o espelho reflete a esperança no olhar e a luminosidade de um novo ser.
Todos os anos em Setembro o Clube de Teatro volta a ser um Tapete Mágico!
Dia 5 de junho fechámos as atividades deste ano letivo com uma doce conversa.
O fecho de uma produção tem sempre um sabor agridoce. A descompressão de um ano, nem sempre venturoso, a partilha dos obstáculos ultrapassados dos medos vencidos, os projetos para o futuro.
A Tatiana Cabral, que foi nossa aluna no Curso Profissional de Artes do Espectáculo com distinção, decorou uns mimosos docinhos para celebrar o momento. E foi bem doce!
Até para o ano!
O Clube de Teatro Tapete Mágico, a funcionar há 30 anos de forma contínua e ininterrupta na Escola Secundária Pinheiro e Rosa, comemorou esta data com uma conversa na FNAC sobre o livro Espreitar para Debaixo do Tapete.
Esta conversa teve a participação da coordenadora do Clube Ana Cristina
Oliveira, do diretor do agrupamento Francisco Soares e de Paulo Cunha,
representante da editora do livro, a Associação Cultural Música XXI.
Lúcia Vicente, uma das grandes fundadoras do Clube Tapete Mágico apresentou o livro Espreitar para Debaixo do Tapete, que condensa as
histórias insólitas ao longo destes 30 anos.
O Diretor do Agrupamento, Dr.
Francisco Soares, salientou a importância do Teatro, e das Artes em geral, na
construção dos homens e das mulheres do futuro.
Nesta singela cerimónia declarou publicamente o Clube de Teatro Tapete
Mágico Património Emocional do Agrupamento Pinheiro e Rosa, pela importância
que este grupo teve na construção dos laços afetivos de todos os jovens que o
frequentaram.
Paulo Cunha, na qualidade de editor do livro Espreitar para Debaixo
do Tapete, realçou a importância da parceria estabelecida entre o
Agrupamento Pinheiro e Rosa e a Associação Cultural Música XXI, pela
oportunidade de partilha entre os jovens alunos do Clube de Teatro e os
artistas associados à AC Música XXI. Apontou as 10 produções construídas em
parceria com estas duas instituições, salientando a qualidade apresentada pelos
jovens atores.
Por fim, João Tiago Neto, que foi também fundador do Clube de Teatro e
compôs temas musicais para um dos espectáculos, interpretou três músicas da sua
autoria, lembrando a resiliência que todos necessitamos para alonga viagem da
vida.
O Clube de Teatro Tapete Mágico, a funcionar há 30 anos de forma
contínua e ininterrupta na Escola Secundária Pinheiro e Rosa, comemorou esta data com a apresentação do seu trabalho final
O trabalho final deste ano letivo intitula-se Irrealmente Real, e
tem como autoria o coletivo de atores que integra o Clube de Teatro. A trama do
espectáculo incide sobre uma doença social pouco conhecida que dá pelo nome de
Hikikomori. Trabalhada por 8 jovens atores, pretende-se chamar a atenção para o
isolamento social a que muitas vezes os nossos estudantes se sujeitam,
impedindo-se voluntariamente do contacto presencial com o mundo que os rodeia.
Este espectáculo foi apresentado na Biblioteca Escolar da E.S. Pinheiro
e Rosa no dia 29 de maio às 18h30 e no dia 30 de maio às 18h00.
Espreitar para
Debaixo do Tapete é o título da obra que revela o AND do grupo, ou Acervo
Digno de Nota, como o apelida a coordenadora, de uma obra escrita a 24 mãos.
Prefaciada pela professora jubilada da Escola Superior de Teatro e Cinema,
Eugénia Vasques, a obra teve também textos introdutórios dos oradores neste
encontro. Rogério Bacalhau, como primeiro Diretor da Escola Secundário Pinheiro
e Rosa lembrou os tempos da criação deste Clube e falou da importância do
Teatro para o crescimento global dos jovens.
Paulo Cunha,
representante da Música XXI, responsável pela edição do livro, agradeceu o
protocolo estabelecido com o Agrupamento de Escolas, que tem permitido à
associação cultural crescer no sentido de uma maior abrangência artística.
Adriana Nogueira, professora universitária cúmplice da autora na paixão pela Antiguidade Clássica, apresentou o livro, salientando as histórias de riso e mágoa, de alegria e superação. Apontou também o valor documental de um apêndice com as fichas de todos os espectáculos construídos no Clube de Teatro Tapete Mágico.
Por fim, António
Gambóias partilhou a dificuldade dos tempos presentes, nos quais as artes cedem
cada vez mais o seu lugar a uma estruturação violenta de apreensão de
conteúdos, tendo em vista apenas resultados escolares como passaporte de
entrada num curso superior.
Ana Cristina
Oliveira impôs uma dinâmica à plateia, lançando novelos coloridos de lã, que
simbolizavam as três décadas de existência ininterrupta deste grupo. Partilhou
com os alunos destes 30 anos o privilégio que tem sido vê-los crescer como
cidadãos maduros e conscientes, modificados pelo poder da Arte Teatral.
Este encontro foi
pontuado por três momentos culturais, protagonizados por Lúcia Vicente, Diogo
Simão, Catarina Silva, Luna Ruivo e Ana Isabel Baptista, que fizeram reviver
algumas peças e espectáculos que ocorreram ao longo destas três décadas de
existência.
O livro, com 50 histórias contadas na primeira pessoa por 18 “Ex-Tapetes”, ou recordadas pela sua coordenadora, ficará disponível na Biblioteca Municipal de Faro e na Biblioteca da Escola Secundária Pinheiro e Rosa
| Momento coreográfico que retrata a ambição humana, |
| desde o princípio dos tempos, e o ímpeto de dominar, |
| sem qualquer causa. |
| A luta desenfreada conduz à destruição total. |
| Vale-nos a esperança, na figura da criança, que espalha o |
| sentimento de paz por toda a Terra! |
| Momento coreográfico que retrata a ambição humana, |
| desde o princípio dos tempos, e o ímpeto de dominar, |
| sem qualquer causa. |
| A luta desenfreada conduz à destruição total. |
| Vale-nos a esperança, na figura da criança, que espalha o |
| sentimento de paz por toda a Terra! |
Num tempo em que os seres humanos se degladiam, a ponto de se destruírem, a bandeira branca irrompe pela mão de uma criança, prometendo a paz, impondo os valores do respeito e da tolerância.